Fã Clube Das Kapital

  

terça-feira, 29 de novembro de 2011

1 ano do Fã Clube Das Kapital e Entrevista com o Bozzo Barretti!!!

Capitalianos e Capitalianas...Hoje estamos completando um ano de existência!!!Um ano de muitas conquistas...Queremos agradecer a todos que nos seguem no twitter e nos tem em nossas outras redes sociais(orkut e faceboock)...Muito Obrigada!!!
Também queremos agradecer ao Bozzo Barretti por essa entrevista...Bozzo te admiramos muito...Muito obrigada por tudo!!!
Ai vai a entrevista com o Bozzo!!!







Pergunta mandada pela Hevelyn Costa,Cuiabá,MT
1)Você gostaria de fazer uma celebração aos 30 anos de carreira do Capital Inicial,tocando juntamente com eles e com o Loro Jones?
Com certeza absoluta. Mas isso não depende de mim e sim deles. Por outro lado, acho que seria natural que isso acontecesse, já que nós dois fizemos parte dessa história(assim como o Murilo). Mas, repito, depende de um convite deles, que seria recebido com muita alegria.

Pergunta mandada pela Norma Kamioka,São José dos Campos,SP
1)Na sua opinião,as letras de hoje em dia do Capital Inicial estão comerciais ou continuam na mesma linha do início?Por que?
Continuam na mesma linha. Acho um dos grandes méritos do Capital ter continuado na mesma linha de pensamento. Sempre o Capital fez música Pop. A diferença é que na minha época isso era muito mal visto por toda a imprensa e pelos roqueiros mais radicais. Hoje esse é o mainstream do mercado da música.
Pergunta enviada pelo Paulo Eduardo,Rio de Janeiro,RJ
1)Como e quem te convidou para entrar no Capital Inicial?
A gravadora Polygran convidou o Marcus Vinicius pra produzir o primeiro disco do Capital. Ele precisava de um tecladista( já que a banda não tinha um e na época a febre era essa) e um arranjador como produtor. Ele me chamou e produzimos juntos este primeiro disco(apesar de ser assinado apenas por ele).

Pergunta enviada pela May Arantes,São Paulo,SP
1)Hoje em dia,você é produtor da banda das suas filhas,a Muziki Rock.Como você vê essa nova geração do Rock Brasileiro?
Acho que cada geração tem seus ídolos. Estas bandas são filhas da abertura política que o nosso país teve. Não é mais necessário fazer rock polititizado, mas sim, rock que lembre mais a origem do rock (o verdadeiro rock) do que o rock que foi transformado em arma de discussões políticas pós Bob Dylan. Esse rock ficou velho, todos podem expressar o que quiser nos dias de hoje. Antes a patrulha que se exercia sobre os “artistas” era muito grande. Ou você se posicionava ou era banido. Quanto aos estilos, acho, muitas vezes que essas bandas não durarão muito, mas se lembrarmos que o Capital era execrado pela crítica por seu som Pop demais e hoje se transformou num dos maiores, senão o maior, ícone do Pop Rock brasileiro, só o tempo poderá nos dizer quem fica e que é passageiro. A Muziki está preparada pra ser uma grande banda, mas ninguém pode garantir, também.
2)Você está com um projeto novo o "Brotheria Barretti",você gostaria que algum integrante do Capital Inicial participasse desse projeto?Por que?
Não tenho certeza de nada. A Brotheria é uma confraria aberta a participações de amigos, como o nome, acredito, sugere. É um projeto pensado pra diversão e não pra compromisso. Quero voltar aos palcos, mas não quero compromisso com mídia. Não penso se minhas novas músicas tocarão nas rádios nem se farão sucesso e, sim, se elas vão ficar bem no show e se vai agradar a quem vá vê-los. O resto é conseqüência. Não tenho mais idade pra me preocupar com o sucesso e sim com a realização. Quero fazer o melhor, com os melhores músicos e isso me basta. Acredito que tenha muitas músicas bonitas e um repertório, no mínimo, interessante, e quem me der a alegria de ver um show, deve sair bem feliz com o que vai ouvir.


Pergunta mandada pela Carinna Viganor,Belo Horizonte,MG
1)De todos esses anos de carreira,você acha que essafase,pode estar sendo a sua melhor fase profissional?
Não, mas talvez seja a fase mais tranqüila. Já me realizei com muitas coisas e hoje só colho frutos do que já fiz. Não devo ter deixado muitos inimigos pra trás, o que é bom, mas fiz muitos amigos, o que é melhor. Profissionalmente tive momentos mais intensos, onde meu nome era muito disputado pelo mercado, como o momento logo após a produção do Capital, ou quando resolvi atender ao chamado de artistas sertanejos e colaborar com este mercado, ou quando acabei de atuar como jurado no reality da Band, Country Star. Hoje estou trabalhando muito, mas mais sossegado, porque tenho tempo de produzir a Muziki, por exemplo, coisa que em outros momentos não conseguiria por falta de tempo.

Perguntas mandadas pela Fabrise Amaro,Barra Mansa,RJ
1)Sabemos de sua estrada,competência e experiência(musicalmente falando),é produtor e pai de integrantes de uma banda nova,o que acha desse cenário "de agora"?Esse é o caminho(cada geração com as suas idéias) ou faltam conteúdos mais realistas?
Acho que acabei respondendo mito dessas questões em outra pergunta, mas posso dizer que tudo é fase. Algumas bandas vêm e propõe algo que o mercado absorve e ditam tendências. O mercado fonográfico sempre foi assim. Ainda prefiro ouvir essas amenidades de diversas bandas que ouvir o Funk no seu sentido mais chulo(porque o verdadeiro funk não é esse batidão que fala baixarias e, sim, uma música americana com muito swing e com músicos magistrais tocando).
Tenho acompanhado bem o cenário underground. São poucas bandas que têm consistência, é verdade. Algumas têm maior capacidade musical(com bons intrumentistas), mas são fracas criativamente. Outras têm idéias interessantes mas têm péssimos cantores. A Muziki, que é a banda que minhas filhas tocam está preparada, posso garantir. Eles têm forte presença no palco, boas composições, fazem covers com personalidade e a Natz e Julay fazem um vocal que chama atenção de todos que as ouvem num palco. Afinação perfeita. A Julay canta profissionalmente comigo, desde os 5 anos e a Natz desde os 8. Se não aprendessem é porque não tinham nascido pra coisa, rsss.
2)O que acha dessa geração mais nova e de uma geração tão diferente que te seguem e tomam você como influência?
Não tem nada mais gratificante que isso. Só penso no bem pra todos e trato todos com muito carinho. Aprendo demais com novas gerações e isso não é de hoje. Não tenho síndrome de Peter Pan, não. Sempre me relacionei com jovens como um paizão que quer dar apoio e ouvir coisas novas. Na vida, somos todos aprendizes, basta ficar atento a isso e não ter a arrogância de falar: “ já sei tudo isso, já passei por isso e não me acrescenta mais nada”. Portanto, acho tudo uma grande troca de conhecimentos e energia, positiva pros dois lados. Só tenho mais experiência que eles.
Perguntas mandadas pela Mirian Salvador,Florianopólis,SC
1)Quais músicas você compões pro Capital Inicial?Qual é a que você mais gosta?Por que?
A que mais gosto nem seria preciso dizer: FOGO....na cabeça!!! Rssss
Mas compus muitas. Percentuamente falando, eu era o cara que mais criava no Capital(sempre uma média de 40% do matéria de cada disco novo). Posso citar algumas que são mais conhecidas ou que tenho mais carinho: O Passageiro(versão que fiz com o Dinho), Mickey Mouse em Moscou, Todas as noites, Independência, Pedra na mão, Todos os lados, Kamikaze, Eletricidade(que deu nome a um disco), Belos e Malditos(com participação do Renato Russo), 21(que tenho um grande carinho, apesar de não ter tocado), Noite e dia(digo a mesma coisa) e muitas outras que talvez merecessem destaque mas não esteja lembrando agora.
2)Das suas profissões de compositor,arranjador,produtor e tecladista,qual você mais gosta?Por que?
É uma coisa indivisível. Quando atuo como produtor, quase sempre sou arranjador, tecladista e compositor, também. O que é bom é que como faço muitas coisas diferentes(sou trilheiro, também, fazendo trilhas pra TV Ra Tim Bum, novelas da Globo e do SBT), publicitário, compositor de música erudita...
Fazendo tanta coisa diferente, raramente vivo uma rotina, e rotina é uma coisa que não gosto nem um pouco.


Perguntas mandadas pela Vivi Ulhôa,Belo Horizonte,BH
1)Qual o motivo da sua saída do Capital Inicial? Tivemos problemas pessoais e profissionais que foram se acumulando com os anos. Nos últimos seis meses se intensificaram e um dia rolou uma gota d’água que ditou a minha saída
2)Você voltaria a trabalhar com o Capital Inicial? Sim, mas se fosse pra fazer uma participação em algum show ou até mesmo numa turnê. Isso me faria muito feliz, porque continuo admirando o trabalho deles e o que passou,  passou. Só trago as boas lembranças do que a gente viveu(e foram muitas). No Rock in Rio eles lavaram a minha alma, porque tenho certeza que em 91 fizemos um show muito bom também, mas os tempos eram outros e a mídia impressa, que nem chegou a ver nosso show, destroçou nosso show de comum acordo(e nós já sabíamos que isto iria acontecer porque um jornalista amigo nos preparou pra isso, revelando o que havia sido cominado por todos os jornalistas, exceto ele, é claro). Hoje, como as coisas soa documentadas em tempo real fica mais difícil eles armarem estes complôs.
3)O que você acha do trabalho da Banda Muziki?
O que eu como produtor e incentivador deles poderia dizer? Acho maravilhoso. Eles estão preparados pra ser uma grande banda, só necessitam de oportunidade  e de maior visibilidade no mercado. Digo isso porque sigo o cenário undrerground de perto e, como já respondi numa pergunta anterior, eles se destacam por onde passam.

Perguntas mandadas pela Suzana Branco,Brasília,DF
1)Qual é o segredo para compor e produzir tão bem?
Obrigado, primeiramente!!! Não me considero um grande compositor nem um grande produtor, porque gosto de olhar pra cima e me comparar com os melhores. Muitos têm mais visão comercial que eu e se destacam no mercado por isso. Agora, posso dizer, que todas as músicas que se destacaram ou se destacam, das que eu fiz, são feitas com sinceridade. Quando componho por encomenda as coisas não ficam tão bem. Por outro lado é preciso muita transpiração, muita dedicação. Compor é um exercício diário. Segundo uma lei da dialética, quantidade gera qualidade e isso é o que acontece. Você compões uma música e pode dar sorte de acerta, mas de você compõe mi, a chance é bem maior. Como produtor sou muito dedicado e respeito muito os artistas que eu produzo. Cada um te sua própria personalidade. Procuro me aprofundar no conhecimento pessoal dos artistas e buscar aquilo que eles gostam. Acrescento a minha pitada de personalidade e isto gera o produto final de um trabalho conjunto. Invariavelmente, termino os trabalho com todos muito felizes e isso é o que importa: uma sensação de que todos realizaram um trabalho com muito amor e cada um dando o melhor de si.
2)Suas filhas sempre cresceram no mundo musical,quando elas decidiram seguir o mesmo rumo,qual foi sua reação?
Sempre fui um incentivador. Minha mulher tem um pé atrás por saber das dificuldades que esse mundo apresenta, mas participa e dá força, também. Pra mim, me sinto realizado tentando colaborar com elas em tudo. Adoro a Muziki e torço por eles.
3)Como você se vê daqui 20 anos?
Se estiver vivo, me vejo careca, rsss. Me vejo assim mesmo como sou hoje, porque, espiritualmente me sinto o mesmo cara de sempre com um pouco mais de experiência e melhorado, porque só busco o bem. Me vejo curtindo novos sons e relembrando coisas que eu gosto e que nunca abandonarei, no mundo da música. Muito rock e muita música erudita, minha fórmula de felicidade musical!!!
4)Quando você vê suas fãs dizendo que adoram seu trabalho,e que a música preferida delas é "Fogo",já podemos imaginar sua sensação,mas mesmo assim quero que você descreva.
Realização!!! Consegui!!! Fiz, pelo menos, uma música que consegue tocar as pessoas.
5)Se defina em uma palavra.
Amigo
6)Se não fosse tecladista,o que seria?
Poderia ser vendedor de loja(coisa que eu fui na minha adolescência). Adorava conhecer as pessoas que iam até minha loja de calças.
Cheguei a pensar em Publicidade e Cinema, mas fiquei com a música(sou formado pela USP, Bacharel em Composição Erudita).
Queria ter feito uma pós graduação em História, coisa que me fascina, também.

Perguntas mandadas pela Ana Luiza Possidonio,Carolina do Norte,EUA
1)Hoje podemos dizer e perceber que você sente falta de estar nos palcos!Quando você saiu do Capital Inicial há um tempo atrás,chegou a pensar que um dia sentiria falta dos palcos?
Naquele momento queria fugir disso, porque havia voltado aos palcos pouco antes de produzir o Capital(sempre fui um rato de estúdios). Toquei algumas poucas vezes após minha saída da Banda. Com o Arrigo Barnabé(músico de vanguarda e grande parceiro do início de carreira) fiz a virada cultural paulistana há dois ou três anos atrás e foi muito bom. Toquei uns 3 shows com o Ney Matogrosso, no Sesc Pompéia, em São Paulo e foi bom também. Isso reativa algumas coisas na gente e hoje quero voltar a fazer algumas coisas no palco que é uma coisa que vicia(a parte chata é ter que viajar de lá pra cá, dormir em hotéis etc, etc)
2)A decisão de sair do Capital Inicial foi coisa pensada,ou foi uma coisa que você não pensou direito?
Comentei isso em outra resposta. Foi conseqüência de algumas coisas, mas o ato final da decisão foi totalmente impulsivo após um péssimo show que fizemos. Ainda assim, fiz questão de ficar com eles até o momento que eles estivessem preparados pra suprir a minha saída e não ter problemas com a realização dos shows. No último, chorei.
3)Hoje que você sabe que sente essa falta,se você conseguisse volta no tempo,mudaria ou não?
Não mudaria nada, não. Acho que o que aconteceu tinha que acontecer. Eles passaram alguns momentos muito ruins, mas voltaram em grande estilo. Fiquei feliz por isso, porque mesmo tendo saído da banda, sempre tive muito carinho por eles(talvez eles não saibam o quanto eu gosto e quanto aprendi com eles). Mas o meu caminho estava traçado, também. Fiz mil coisas diferentes, com altos e baixos, mas estou aqui, feliz por eles e satisfeito com o que fiz.

Perguntas mandadas pela Beatriz Lessa,Brumado,BA
1)Como estão os trabalhos das suas novas músicas?
São músicas pop. Algumas falam de amor, outras são bem humoradas e outras são crônicas urbanas, contando coisas reais em músicas. Não poderia deixar de fazer músicas que não falassem de coisas que a minha geração viveu e vive. A galera nova faz o som delas e eu faço o meu, cada qual com suas experiências particulares.
2)Quais foram os melhores momentos que você passou com a banda Capital Inicial?
O mais incrível deles foi no Rock in Rio 91, quando eu saí do meu teclado e puxei palmas com a galera e vi mais de 200 mil mãos levantadas e batendo palma, formando uma imensa onda que ia de perto do palco até o fim do Maracanã. Indescritível. Arrepiei o corpo inteiro e nunca mais esqueci isto.
3)Pensa em fazer uma participação especial especial com o Capital Inicial para relembrar?Talvez num próximo DVD?
Sim, já falei sobre isso nessas perguntas. Cheguei, até, pedir por Dinho que, quando eles tocassem aqui em São Paulo, eu entrasse pra tocar Fogo ou Fátima. Ele recebeu com um sorriso. Quem sabe?
4)Sabemos que você é um pai muito presente na carreira das suas filhas,você acha que isso contribui para o crescimento e sucesso delas?
Acho que contribui pro engrandecimento delas e de toda banda como músicos e artistas. Busco passar minha experiência e tento colaborar pra que eles sejam melhores, fazendo críticas construtivas após cada show que eu vejo. Eles têm muita personalidade e lutam por aquilo que eles querem e têm todo o mérito de tudo que eles fazem e do caminho de sucesso que estão percorrendo. Eu busco mostrar o trabalho deles pra quem eu conheço e que ache que seja interessante pra eles, mas o trabalho de internet e shows é inteiro mérito deles.
5)Quais são seus projetos daqui para frente?
No lado pessoal:Brotheria Barretti, em primeiro lugar. Depois, se possível, um projeto de mùsica erudita com uma orquestra composta apenas por violoncelistas(quarenta no total!!!). E as coisas que faço: trilhas pra novelas, vinhetas de rádio, etc...
O projeto de produtor, tentar por a MUZIKI no plano que acredito que eles possam estar. Eles têm potencial pra fazer muito sucesso, porque têm personalidade e fazem tudo com muita sinceridade e amor.



Pergunta mandada pela Teresa Tobias,São Paulo,SP
1)O que você acha do cenário do Rock Nacional Atual e existe uma comparação com o Rock dos Anos 80?
Acho que todos têm o mesmo foco. Fazer música pop pra tocar no rádio e fazer sucesso. O que mudou foram os temas das letras e o cotidiano de seus criadores. Cada um fala daquilo que vive ou inventa uma estória de amor qualquer. Hoje se fala mais de amor do que falávamos, mas é consequência do que essa geração vive e ouve. Após a invasão do ßertanejo nas rádios não se ouviu mais nada que não fosse isso, naturalmente, temos alguma consequência. não tenho nada contra as músicas de amor, pelo contrário, tive a coragem, junto com o Dinho, de fazer uma música como FOGO que fala de um relacionamento e ser uma música com um ar de romantismo. Poucos tiveram essa coragem nos anos 80. Era passivo de muita crítica. Os monstros sagrados da MPB há muito pouco tempo eram os mais executados em rádio naquela época e nossa herança era de muitos poetas politizados que ainda tinham um ideal de luta.
Muitas bandas de hoje poderão sobreviver e outras serem totalmente esquecidas. Pouca gente apostou na sobrevivência do Capital, que, quase, deixou de existir por alguns anos, mas o Capital está aí.
Muitas poderão evoluir e supreender, de poutras nem lembraremos, mas isto só a história poderá nos contar
Pergunta mandada pela Norah Gardelari,Cravinhos,SP(Fã Clube Das Kapital)
1)O que o Capital Inicial representou na sua vida?
O Capital faz parte da minha história, me deu a oportunidade de sentir o que é ser um pop star por alguns anos. Com o Capital, aprendi muito do que trata o verdadeiro Show Biz. Aprendi muito sobre música pop. Aprendi o que aprendi de composição de música pop com eles, principalmente nas parcerias com o Dinho e Alvin L. Até então eu era um compositor de coisas mais extravagantes e de muita música de humor, que era uma brincadeira pessoal. À partir da minha trajetória com o Capital comecei compor com este foco e nunca mais abandonei.
Por fim, o Capital ajudou a me projetar pra um grande público. Até então eu era admirado por músicos, jornalistas(que passaram a odiar o trabalho qu eu fazia porque odiavam o Capital, nos achavam uns vendidos), pelas gravadoras, que me chamavam pra arranjar ou produzir artistas e pelos próprios artistas.


2 comentários:

  1. Parabéns!!!Ficou maravilhosa a entrevista com o nosso querido Bozzo!!!

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  2. Parabéns meninas.. demais a entrevista< parabéns pra vocês pelo aniversário, parabéns ao Bozzo e a nós pelas perguntas!

    Lindo
    Amei!
    Abrços capitalianos!

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